[Para o Felipe, dos poemas de verdade]
Todas as histórias de amor são iguais
Até as que são só meia-história.
A minha metade é espera
Na minha torre, na janela
Com tudo que enfeitei pra ele ver.
A minha metade é divina
É de amor, é de lira
É de cada palavra escolhida
Que meus lábios não ousaram dizer.
Da outra metade, o pouco que sei
É que anda pelos bares, distraída
Vai e volta, meio perdida
e segue apenas a saudade e o desejo
Feitiço que lhe preguei.
A minha história é como as outras
Seja eu princesa, bruxa ou donzela
Seja ele príncipe, cavalheiro ou canalha
O meu amor é aquele que sempre existiu
E que ninguém nunca entendeu.
GUARDA-ROUPA PRO ‘EFEITO SANFONA’
9 years ago
4 comments:
Nem precisou rimar cara! Tá bonito demais já! ;)
Beijo,
celo.
ficou muito gostoso de ler!
da vontade de começar tudo de novo assim que termina! e trás muita paz!
mas, se a sua história é como as outras, e nunca foi entendida, quer dizer que nenhuma história de amor pode ser entendida?
beijinho!
felipe
(e, obrigado pela homenagem! mesmo!)
:*
todo mundo faz poema. eu sou péssima nisso.
mas nikki, por todas as razões, sua metade tem uma irmã na minha.
beijo
aaah, desculpa demorar pra responder, mas é que ultimamente eu nem tenho prestado atenção direito naquele blog! hahaha ;P
só não entendi o seu comentário direito... haha
Muito bonito o post, e a propósito, feliz aniversário! =] hahaha
beejos vizinha que eu nunca vejo, haha! **:
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