Saturday, March 29, 2008

é que o meu amor não sabe rimar.

[Para o Felipe, dos poemas de verdade]

Todas as histórias de amor são iguais
Até as que são só meia-história.


A minha metade é espera
Na minha torre, na janela
Com tudo que enfeitei pra ele ver.
A minha metade é divina
É de amor, é de lira
É de cada palavra escolhida
Que meus lábios não ousaram dizer.
Da outra metade, o pouco que sei
É que anda pelos bares, distraída
Vai e volta, meio perdida
e segue apenas a saudade e o desejo
Feitiço que lhe preguei.

A minha história é como as outras
Seja eu princesa, bruxa ou donzela
Seja ele príncipe, cavalheiro ou canalha
O meu amor é aquele que sempre existiu
E que ninguém nunca entendeu.

4 comments:

Anonymous said...

Nem precisou rimar cara! Tá bonito demais já! ;)

Beijo,
celo.

Anonymous said...

ficou muito gostoso de ler!
da vontade de começar tudo de novo assim que termina! e trás muita paz!

mas, se a sua história é como as outras, e nunca foi entendida, quer dizer que nenhuma história de amor pode ser entendida?

beijinho!
felipe
(e, obrigado pela homenagem! mesmo!)
:*

Rebeca said...

todo mundo faz poema. eu sou péssima nisso.
mas nikki, por todas as razões, sua metade tem uma irmã na minha.
beijo

Anonymous said...

aaah, desculpa demorar pra responder, mas é que ultimamente eu nem tenho prestado atenção direito naquele blog! hahaha ;P
só não entendi o seu comentário direito... haha

Muito bonito o post, e a propósito, feliz aniversário! =] hahaha

beejos vizinha que eu nunca vejo, haha! **: