Um par de olhos que brilham, pêlos que arrepiam, lágrimas que transbordam, boca de quem quer abocanhar o mundo. Trilhões de células clamando por vida, implorando por cada espasmo do viver. Buscando toda imagem, som ou cheiro que aumente esse batuque do peito que às vezes erra o passo mas não pára de sambar.
E é neste samballetzouk que o corpo vai dançando e os dedos registrando, até onde Deus quiser. Quando for só lembrança, quero apenas a certeza de que bebi cada segundo da vida. Até a última gota.
3 comments:
eu gostava do final "e morrer bêbada de vida"! Mas esse aí também ficou ótimo! ;}
=**
hihih foi sim, em buenos aires.
e quanto ao teu texto: acho que é algo que eu escreveria, só que em outras palavras =)
onde voce mora, ein? pra eu fazer uma visita relampago qualquer dia desses!
e comentei nos outros textos =)
felipe.
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