Friday, June 20, 2008

55 palavras. Antes fossem três.

"Há uma gota de sangue em cada poema".
Mario de Andrade

E se o meu sangue parou de correr
Estancado por falsos sorrisos
Mentiras sinceras, materialismos
O que eu vou dizer?
Desvio os olhos, mas o sangue borbulha
Que é pra lembrar que ainda vivo.
E o que eu vou dizer?
Não existem rimas, só palavras gastas
Lidas uma a uma
Pela palma das suas mãos.

5 comments:

Anonymous said...

Tava na hora de atualizar isso aqui mesmo viu! Mas essa aí foi uma interna, ou seja: quero explicações!

Besos cherie!

Anonymous said...

pois bem, existem mãos para te lerem;
só ai voce ja tem desculpa pra não escrever. o sangue as vezes corre grosso mesmo, cerveja não ajuda.

um beijinho, felipe

Anonymous said...

Volta logo desse Rio feioso aí e escreve mais! Saudade das suas letrinhas!

Beijos
Dé.

Anonymous said...

Sempre foda, hein?

Daniel Araujo said...

Uau...