"Há uma gota de sangue em cada poema".
Mario de Andrade
E se o meu sangue parou de correr
Estancado por falsos sorrisos
Mentiras sinceras, materialismos
O que eu vou dizer?
Desvio os olhos, mas o sangue borbulha
Que é pra lembrar que ainda vivo.
E o que eu vou dizer?
Não existem rimas, só palavras gastas
Lidas uma a uma
Pela palma das suas mãos.
GUARDA-ROUPA PRO ‘EFEITO SANFONA’
9 years ago
5 comments:
Tava na hora de atualizar isso aqui mesmo viu! Mas essa aí foi uma interna, ou seja: quero explicações!
Besos cherie!
pois bem, existem mãos para te lerem;
só ai voce ja tem desculpa pra não escrever. o sangue as vezes corre grosso mesmo, cerveja não ajuda.
um beijinho, felipe
Volta logo desse Rio feioso aí e escreve mais! Saudade das suas letrinhas!
Beijos
Dé.
Sempre foda, hein?
Uau...
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